Modo carreira no FIFA 19: cinco bons times ingleses para você jogar

Confira nossas dicas de equipes para você comandar

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Modo carreira no FIFA 19

O modo carreira no Fifa 19 é uma das vertentes mais populares do game da EA Sports. Possibilitando aos usuários serem treinadores ou jogadores, é um dos modos de jogo mais consolidados da franquia.

Sabendo disso, a PL Brasil resolveu trazer 5 times ingleses para serem utilizados no modo carreira no FIFA 19.

Com o intuito de recomendar os mais variados estilos de equipes dentro das quatro divisões da Inglaterra, fizemos essa lista que, com certeza, contém o seu perfil de “fifeiro”.

Existem os mais variados tipos de players. Aqueles que erguem times desde a quarta divisão, até aqueles os quais gostam de conduzir um gigante em decadência.

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Modo carreira no FIFA 19: cinco bons times ingleses para você jogar

ARSENAL

Aos “fifeiros” que gostam de imergir-se no jogo de forma completa, o tradicional clube de Londres é uma ótima opção.

A era Wenger acabou e os Gunners precisam de um comandante que renove o clube e leve-os ao caminho das vitórias novamente. É a oportunidade perfeita para aqueles os quais realmente se sentem inseridos no jogo.

A média de idade do time titular é de 27.82, enquanto do elenco completo é 24.61, segundo o SoFIFA. A partir daí, uma das suas missões será a de não só de conduzir o clube na conquista de títulos, como também de promover reformulações.

Finanças:

Com 95.2 milhões de euros disponíveis para transferências, dinheiro não será problema para desempenhar um bom trabalho.

Pontos Fracos:

O maior problema é a idade de alguns jogadores. Petr Cech, Sokratis e Monreal são atletas na casa dos 30 anos, tornando-se dispensáveis do elenco ou bons reservas para proporcionar um rodízio na equipe entre as competições.

Além deles, Koscienly e Lichsteiner também estão nessa faixa de idade e são opções de venda/empréstimo, ou para compor o elenco – respectivamente.

Outro fator de déficit do elenco são jogadores como Özil, Ramsey, Mkhitaryan e Welbeck. Mesmo que bons, pouco evoluem ou não evoluem o seu overall no jogo e permanecem estagnados.

Visto que a intenção é renovar, a venda de alguns desses é de suma importância no processo, uma vez que a permanência deles fará com que o clube permaneça na mesma realidade a longo prazo.

Mais um déficit desse elenco são as pontas. Ainda que possua nomes bons e jovens como Iwobi, Nketiah e Maitland-Niles, todos com perspectiva de evolução agradável dentro do jogo, o plantel necessita de “jogadores prontos” para os flancos.

Dessa forma, o dinheiro em caixa deve ser investido para potencializar essas lacunas do time londrino.

Você poderá ser o novo Wenger! (Foto: Stuart MacFarlane/Arsenal FC via Getty Images)
Pontos Fortes:

Para a lacuna deixada no gol, o Arsenal possui um substituto dentro do próprio plantel. Bernd Leno possui 26 anos e seu overall inicial é de 84 chegando até 87 – uma ótima média, tornando-o não só um bom jogador, como também uma opção de venda futura.

Já no meio-campo, a presença de Lucas Torreira é fantástica. O jogador inicia o FIFA com 78 de overall, possuindo potencial até 85. É um dos pilares para o processo de reformulação implementado por você que será o novo comandante.

Por último, mas não menos importante, o ataque. Aubameyang e Lacazette são jogadores os quais já possuem ótimos atributos, e mesmo que não evoluam – ou pouco aumentem, caso do francês – os dois abrem a oportunidade de não gastar nesse setor inicialmente.

Sendo assim, o novo manager poderá gastar o dinheiro em caixa sem tanta preocupação.

Nível de dificuldade:

Comandar o Arsenal não chegará a ser um desafio. Levando em conta o dinheiro em caixa e o bom elenco já existente, avalia-se como uma missão fácil para intermediária, visto que o desafio maior não será na gestão e sim na conquista de taças.

LEEDS

Tradicional na Inglaterra, os The Whites já não são mais os mesmos.

Três vezes campeões do Campeonato Inglês, eles não participam da Premier League desde a temporada 2003-04. Atualmente, encontram-se estagnados na Championship.

Com uma média de idade entre os titulares de 26.27 anos e 23.03 do elenco inteiro, o time de Yorkshire pode ser considerado detentor de um plantel novo, pronto para o crescimento.

Finanças:

Os tempos de glória passaram e agora o Leeds trabalha inicialmente com apenas 10.5 milhões de euros. Por se tratar de muito pouco dinheiro, se essa for sua opção de time, o trabalho será árduo. De modo que a verba disponibilizada reduz e muito as opções de compra.

(Foto: Robbie Jay Barratt – AMA via Getty Images)
Pontos Fracos:

As maiores fragilidades do elenco encontram-se no meio-campo. Pablo Hernández, Samu Saiz e Mateusz Klich são titulares e não aumentam seu overall com o decorrer do jogo, tornando-os dispensáveis pela idade – caso do primeiro – ou peças de composição do time.

Outro fator de déficit do elenco não se trata de um jogador específico, mas sim do elenco por inteiro.

Pouquíssimos jogadores passam da casa dos 80 de rating em sua evolução. Assim, umas das missões do novo manager é trazer algum nome de alta prospecção.

Por se tratar de um clube com pouco dinheiro, a maioria das soluções a curto prazo terá que ser efetuada com contratos de empréstimo. Diante disso, a gestão exercida por você precisará ser inteligente para não se criar um déficit maior ainda maior futuramente.

Pontos Fortes:

Como a média de idade é baixa, a maioria dos jogadores evoluem durante o tempo, tornando-os atrativos para uma venda futura, gerando dinheiro para o clube investir em nomes de qualidade superior.

No gol, Peacock-Farrel e Blackman iniciam na casa dos 60 de overall, ambos possuindo um potencial de 77. Não são números exorbitantes, mas que, com certeza, permitem a você não se preocupar com goleiros a princípio.

Os maiores pontos fortes desse time estão em Tyler Roberts e Jack Harrison. Os dois possuem potencial de chegar até 81 de rating. O primeiro joga como atacante e tem tudo para ser o homem-gol da equipe. Enquanto isso, o segundo é meia de ofício e pode ser utilizado como camisa 10.

Nível de dificuldade:

O pouco dinheiro disponível e a carência de um grande jogador são empecilhos enormes. Isso porquê você precisará não só lapidar o elenco, como também vencer as competições para turbinar os cofres do Leeds e trazer nomes melhores ainda.

Diante disso, a dificuldade de conduzir os Whites é difícil, mesmo que seja empolgante ao mesmo tempo.

COLCHESTER UNITED

O pacato clube da quarta divisão da Inglaterra, que jamais conquistou um título em seus 81 anos de história, é o típico time para você que gosta de começar de baixo.

O clube é realmente muito pequeno. Para os “fifeiros” que amam levar clubes do lixo ao luxo é a oportunidade perfeita. Sem troféus e sem tradição, você será o responsável para que o mundo conheça o Colchester.

A missão de disseminar essa marca pode estar em suas mãos (Foto: Stephen Pond/PA Images via Getty Images)

Finanças:

Com singelos 750 mil euros para serem gastos em transferências, a precariedade é nítida.

Sendo praticamente impossível contratar um bom nome apenas com esse dinheiro, a tarefa de gerir bem o dinheiro desde o início do trabalho é um dos maiores desafios a serem enfrentados.

Pontos Fracos:

Com o pouco dinheiro já sendo um ponto fraco, o clube tem outro problema grave: o ataque.

Obviamente é um clube com pouquíssimos jogadores interessantes na maioria das posições. Mas o ataque se destaca por conta de que além dos jogadores iniciarem com um rating muito baixo, os mesmos evoluem muito pouco.

Os casos de Frank Nouble e Harry Pell são os melhores exemplos para simbolizar uma parte do elenco: pouco overall e baixa evolução – ou nenhuma.

Pontos Fortes:

O clube possui muitos jogadores que alcançam a casa dos 70 de overall em seu potencial nos setores da zaga e do meio-campo.

Isso contribui para que pilares dentro do elenco se criem, uma vez que existindo jogadores com prospecção boa, eles passam a ser a base do time.

A partir daí, quem comanda poderá esforçar-se para aprimorar o ataque inicialmente. Com isso, aproveitar a evolução dos jogadores da parte central e defensiva, utilizando o dinheiro em caixa de forma inteligente e precisa.

Nível de dificuldade:

O Colchester é o desafio desse texto. Não só por se tratar de um elenco pobre de peças e dinheiro, como também por estar na última divisão da Inglaterra. Assim, quem se arriscar a enfrentar essa dura realidade estará enfrentando um desafio dificílimo.

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WOLVERHAMPTON 

O time recém-promovido a Premier League após uma campanha história na Championship é mais uma opção para você “fifeiro”.

Detentor de um elenco jovem e interessante, o Wolves é aquela opção do modo carreira no Fifa 19 onde você já tem algo “pronto”, precisando preocupar-se apenas em alavancar algo que já se encontra em um estado agradável.

A média de idade do time titular é de 25.82, enquanto do elenco como um todo é 22.97. Um time promissor tanto em nomes quanto em expectativas.

Finanças:

Inicialmente o novo manager do clube possuirá 60 milhões de euros para serem investidos no plantel. Por já possuir bons jogadores, esse dinheiro pode ser usado para trazerem dois ou três nomes que cheguem para jogar.

Você pode ser o mais novo comandante dos Lobos! (Foto: Julian Finney/Getty Images)
Pontos Fracos:

O maior defeito do time encontra-se no setor de defesa, mais precisamente entre os zagueiros. Mesmo que novos, a perspectiva de evolução deles não alcança os 80 de overall, tornando-se um problema a longo prazo.

Além dos zagueiros, as laterais também se tornam uma carência – tanto na questão evolutiva quanto no número de opções dentro da equipe. Com exceção de Jonny, o Wolves não são detentores de bons nomes para as alas defensivas.

Doherty, titular da equipe, pouco evolui dentro do jogo. Ademais, as opções no banco são jovens com baixa prospecção, não sendo úteis a longo prazo e quiçá para algo de imediato.

No ataque, a única carência é de um homem-gol. Léo Bonatini e Raúl Jiménez não são bons nomes para o Modo Carreira no Fifa 19 e irão te obrigar a contratar um camisa nove superior a eles.

Pontos Fortes:

A única ressalva na defesa fica para o belga Dendoncker. Com 23 anos, ele começa com 78 de overall e possui 84 de potencial. Dessa forma, pode-se dizer que é o pilar dentro do elenco dos lobos, necessitando apenas de outro nome da posição para auxiliá-lo.

Para proteger as redes e comandar o meio-campo um fator em comum: Rui Patrício e João Moutinho estão na casa dos 30 anos, mas não são um problema. Isso porquê, ambos são bons jogadores e lhe pouparão gastar dinheiro nessas posições no início de trabalho.

No meio-campo e nos flancos, o time está muito bem servido. Rúben Neves, Hélder Costa, Diogo Jota e Adama Traoré são todos jovens e bons jogadores – sendo o primeiro o maior destaque, com 87 de potencial máximo.

Dessa forma, é um setor que não trará a necessidade de muitas mudanças. Uma vez que a longo prazo alcançarão um patamar alto, podendo serem vendidos por um alto valor.

Nível de dificuldade:

Precisando de poucos ajustes, é uma tarefa de nível médio. Mesmo que possua dinheiro e bons jogadores, ainda tem algumas lacunas que dificultam o trabalho. No entanto, não irá exigir muito de você, mas proporcionará bastante diversão – vide a perspectiva de crescimento.

ASTON VILLA

Tendo batido na trave na temporada 2017-18 na tentativa do acesso para a Premier League, o tradicional clube inglês é mais uma boa opção para os que querem reerguer um grande time.

É o elenco com a média de idade mais alta dessa lista. O time titular possui 27.73 anos de média, enquanto o elenco por inteiro 25.47. Números que provam a necessidade de reformulação – ao menos dentro do Modo Carreira no FIFA 19 – para que esse time realize vôos altos de novo.

Finanças:

Dinheiro é um dos maiores problemas desse clube. Com apenas 5 milhões de euros disponíveis, gastar com tranquilidade com certeza não será algo presente na realidade inicial; a verba em caixa precisa ser bem administrada inicialmente.

Tradicional, o Aston Villa pode voltar a ser gigante; ao menos no FIFA 19 (Foto: Laurence Griffiths/Getty Images)
Pontos Fracos:

Não bastasse o pouco dinheiro, o plantel inicial possui muitos jogadores por empréstimo. Isso normalmente não é um grande problema, porém no caso dos Villains é, visto que seus melhores jogadores não lhe pertencem.

Tuanzebe, Grealish e Abraham possuem potencial acima de 80, mas estão no clube por empréstimo. Diante disso, ao fim do contrato você irá perder os seus melhores jogadores. Terá que fazer duas reformulações – uma logo no início e a outra na segunda temporada.

Outro fator negativo é a idade de alguns jogadores. Jedinák, Hutton, Bjarnson e Elmohamady são titulares em suas posições e não possuem reservas à altura, com o adendo de estarem na casa dos 30 anos e não evoluírem mais.

Ademais o problema do overall estagnado, não são bons jogadores dentro do modo carreira no FIFA 19. Logo, você terá que gastar já de início com algumas peças.

Pontos Fortes:

O elenco possui alguns jogadores que já estão “prontos”, como Bolasie e Chester, contribuindo para a construção de um elenco sólido, visto que você possuirá jogadores em que poderá confiar desde o princípio – mesmo que não evoluam o seu overall.

Além dos que estão prontos, o clube possui algumas boas promessas, com bom índice de evolução.

Algumas delas são El Ghazi e James Bree, os quais possuem potencial máximo de 80; índice interessante para os padrões do clube, que gerarão resultado no campo e nos cofres do clube em possíveis vendas.

Outros bons nomes são os de André Moreira, Keinan Davis e Hepburn-Murphy. Todos evoluem muito e podem trazer os mesmos frutos que os companheiros já citados.

Nível de dificuldade:

É um desafio de nível médio para difícil. Deve ser considerado o bom elenco para o nível da segunda divisão inglesa, mas com os problemas já mencionados nos pontos fracos e das questões financeiras.

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2 COMENTÁRIOS

  1. Muito bom o post mas eu queria deixar uma constatação! Grealish, do Aston Villa não é emprestado como o texto deu a entender. Por outro lado El Gazhi e Bolasie, que são jogadores importantes para a equipe, são emprestados por Lille e Everton respectivamente.

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