Top 10 maiores promessas do futebol inglês que nunca vingaram

Lembra de todos eles?

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maiores promessas do futebol

Eles eram tratados como grandes joias do futebol, mas não renderam o esperado. Confira as maiores promessas do futebol inglês que não vingaram.

Maiores promessas do futebol inglês que não vingaram

Giovani dos Santos

Tratado como uma grande promessa do Barcelona, o habilidoso Giovani dos Santos foi campeão mundial sub-17 em 2005, vencendo o Brasil na final.

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  • Dezin Pergunta #02 – Estatísticas do futebol inglês


No entanto, teve dificuldades para se destacar na equipe da Catalunha. Acabou vendido ao Tottenham em 2008, onde também não conseguiu jogar bem, atuando só em 33 partidas durante 4 temporadas.

Foi até criticado pelo então técnico dos Spurs, Harry Redknapp, por suas noitadas e seguidos atrasos aos treinos.

Acabou emprestado três vezes (Ipswich Town, Galatasaray e Racing Santander), até ser vendido ao Mallorca. Joga hoje no Los Angeles Galaxy.

Federico Macheda

Cria da Lazio, Macheda foi para o Manchester United antes dos 18 anos, fez parte de todas as seleções de base da Itália e era tratado como uma grande joia.

Quando o Aston Vila vencia o Manchester United por 2 a 1 em pleno Old Trafford, resultado que complicava os Red Devils na briga pelo título da Premier League de 2009, Macheda entrou na vaga de Nani e viu Cristiano Ronaldo empatar o jogo aos 35 da segunda etapa.

Foi aí que o garoto de 17 anos apareceu. No último minuto, ele marcou este belo gol (vídeo acima) e garantiu uma vitória importantíssima para o United seguir firme na competição, que acabaria vencendo rodadas depois.

O gol colocou Macheda sob todos os holofotes. Elogios e comparações com astros fizeram parte da rotina dele, que acabou não conseguindo corresponder às expectativas.

Foram só 5 gols em 5 temporadas, com apenas 36 jogos realizados. Acumulou empréstimos, tentou outros campeonatos, mas não deu certo. É uma das grandes promessas do Manchester United que não vingaram.

Carlos Vela

carlos vela

Artilheiro e campeão do Mundial sub-17, ao lado de Giovani dos Santos, em cima do Brasil em 2005, o mexicano Carlos Vela despertou a atenção dos principais clubes do mundo. O Arsenal levou a melhor e contratou-o junto ao Guadalajara.

Com problemas para adquirir o visto de trabalho, foi emprestado ao Celta de Vigo, mas não fez nenhum jogo. Em seguida, foi cedido ao Salamanca, onde teve boas atuações, além do Osasuna.

Em 2008, finalmente conseguiu regularizar sua documentação e passou a atuar pelo Arsenal. No entanto, em três temporadas, fez 11 gols em 61 jogos e teve dificuldades para atingir o nível que todos esperavam.

Acabou emprestado ao West Bromwich e depois à Real Sociedad, que o adquiriu em seguida. Hoje, joga pelo Los Angeles FC.

Ravel Morrison

Jesse Lingard, Paul Pogba e Ravel Morrison foram campeões juntos na base do Manchester United (Foto: Reprodução)

Já falamos dele aqui. Segundo Rio Ferdinand, Ravel Morrison foi o jogador jovem que mais impressionou o técnico Sir Alex Ferguson. Não, não é pouca coisa.

Ao lado de Paul Pogba e Jesse Lingard, o inglês ajudou o Manchester United a ser campeão da Copa da Inglaterra sub-21. Apesar disso, só recebeu oportunidades na Copa da Liga Inglesa e, depois disso, foi dispensado.

Criticado por seu comportamento problemático, passou por West Ham, Queens Park Rangers, Birmingham City e Cardiff City. Acabou parando na Lazio, que o emprestou ao Atlas, do México.

Leia mais: Conheça todos os artilheiros da era Premier League

Bebé

Acima de tudo, Tiago Manuel Dias Correa – o Bebé – é um vencedor na vida. Depois de viver a infância entre abrigos e as ruas após ser abandonado pelos pais, ele se tornou jogador profissional superando os mais difíceis obstáculos.

Jogador da Estrela da Amadora, da Segunda Divisão, em 2009, foi transferido ao Vitória de Guimarães no ano seguinte, mas em poucas semanas, acabou vendido ao Manchester United indicado pelo scout e treinador Carlos Queiroz.

A rapidez com que foi contratado e a disputa entre Benfica e Sporting pela contratação do jogador fizeram com que o atleta fosse tratado como uma grande promessa a estourar no time.

Em sua biografia, Sir Alex Ferguson admitiu que contratou Bebé sem nunca ter visto o jogador atuando. Só fez apenas 7 jogos em quatro temporadas nos Red Devils.

Fran Mérida

Meia espanhol criado no Barcelona e que foi jovem para o Arsenal. É a história de Cesc Fábregas, mas também de Fran Mérida, que era visto como o substituto natural do primeiro.

O entusiasmo com o talento espanhol não surtiu efeito. O jogador não empolgou técnico e torcida e realizou apenas 16 jogos em 3 temporadas. Passou também por Real Sociedad, Atlético de Madrid, Braga, Hércules, Atlético-PR, Huesca e Osasuna.

Mérida só brilhou mesmo no Football Manager.

Michael Johnson

Chamado de “o futuro da seleção inglesa” pelo técnico Sven Goran-Eriksson, Michael Johnson era tratado como uma das maiores promessas do futebol inglês.

A expectativa em cima do meia, que também jogava pela seleção inglesa de base, era muito alta. Ele surgiu na temporada 2006/2007, e no ano seguinte, começou a jogar mais.

Depois voltou a jogar poucas partidas, o que o fez ser emprestado ao Leicester, onde sua vida foi ladeira abaixo.

Foi preso algumas vezes por dirigir embriagado. Com apenas 25 anos, Johnson teve seu contrato encerrado e acabou se internando em uma clínica para tratar depressão. Desde então, nunca mais jogou futebol profissionalmente. É uma das grandes promessas do futebol inglês que não vingaram.

Giuseppe Rossi

O Manchester United encontrou Rossi ainda garoto jogando na base do Parma e o levou para a sua academia. O italiano demonstrava habilidade e era uma das maiores promessas do futebol local naquele momento.

Quando subiu aos profissionais, teve dificuldade para conseguir vaga entre os titulares. Acabou atuando apenas 14 vezes em três temporadas. Foi emprestado ao Newcastle e ao Parma, e acabou vendido ao Villarreal. As constantes lesões atrapalharam sua carreira.

Micah Richards

Em 2007, o jornal Daily Mail elencou essa lista acima do que seria a seleção inglesa no futuro. Dá para dizer que eles erraram feio.

Um dos principais nomes da lista – e que aparece como capitão – é o de Micah Richards, tratado como um grande promessa.

Em 2006, ele tinha apenas 18 anos e se tornou o defensor mais novo a atuar pela seleção inglesa. Mostrou bom futebol pelo Manchester City, mas sofreu com lesões.

Emprestado à Fiorentina, não empolgou. Hoje, atua no Aston Villa e fez poucos jogos na temporada.

David Bentley

Revelado pelo Arsenal no início dos anos 2000, o jovem meia David Bentley encontrou dificuldades para achar um lugar no time estelar dos Gunners, atuando apenas em 9 jogos durante 3 temporadas.

Foi emprestado ao Norwich e, depois, ao Blackburn, que o contratou em definitivo em 2006. Brilhou no Elwood Park e foi parte da seleção inglesa sub-21.

O Tottenham o contratou pensando que a grande promessa havia virado realidade. No entanto, o meia com boa técnica não impressionou, sendo emprestado a Birmingham City, Rostov (Rússia), West Ham e, novamente, ao Blackburn. Se aposentou aos 29 anos.

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A lista com apenas 10 das maiores promessas do futebol não vingaram não foi nada fácil de montar. Veja quem ficou fora: Anderson, James Vaughan, Stewart Downing, Saido Berahino, Theo Walcott, Shaun Wright-Phillips, Fábio, etc.

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