Os 10 maiores ídolos da história do West Ham

A PL Brasil listou as maiores lendas dos Hammers

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M Fresco/Getty Images

Gols, títulos, amor à camisa… De diferentes formas, grandes jogadores marcaram seus nomes na história do West Ham e viraram ídolos. A PL Brasil lista abaixo 10 grandes lendas dos Hammers.

Os 10 maiores ídolos da história do West Ham

Bobby Moore

É impossível uma lista de maiores ídolos da história do West Ham sem citar Bobby Moore. O jogador, que Pelé afirmou ter sido o melhor defensor que enfrentou, jogou no West Ham de 1958 até 1974. O respeito é tamanho que o número 6, utilizado durante a carreira no clube, é aposentado.

Foram 647 jogos pelos Hammers e três títulos: uma Copa da Inglaterra (1963/1964), uma Supercopa da Inglaterra (1964) e uma Recopa Europeia (1964/1965). Defensor com boa técnica, Moore estreou no time principal do West Ham com apenas 17 anos. Era elogiado pela ótima leitura de jogo, posicionamento e tempo de bola.

A liderança em campo fez com que fosse eleito capitão da Inglaterra aos 22 anos. Já aos 25 anos, levantou a taça da Copa do Mundo de 1966. Também fazia parte da equipe terceira colocada na Euro de 1968 e na equipe inglesa da Copa de 1970. O alto nível de atuação no ano da Copa no México rendeu a Sir Bobby Moore o segundo lugar no Ballon D'or, da revista France Football.

Billy Bonds

A longevidade de Billy Bonds o coloca facilmente entre os maiores ídolos da história do West Ham. Foram assombrosas 799 partidas pelo time londrino, recorde absoluto no clube. O defensor estreou pelos Hammers em 1967 e jogou sua última partida em 1988 – aos 41 anos de idade.

Nesse período, Bonds viveu os altos e também os baixos clube. Experimentou as glórias em ser campeão (duas Copas da Inglaterra) e também amargou rebaixamento. A lealdade ao clube foi comprovada, com a permanência durante o período fora da elite inglesa. Foi capitão da equipe campeã da segunda divisão (1980/1981) e integrava a equipe que alcançou a terceira colocação na temporada 1985/1986 – melhor da história do clube.

Apesar de jogar como volante e zagueiro, por vezes ficou provado como bom elemento surpresa no ataque. Ele está entre os vinte maiores artilheiros do West Ham, com 59 gols.

Trevor Brooking

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M Fresco/Getty Images

Sir Trevor Brooking, por muito tempo dono da camisa 10 do West Ham, é também parte vital do sucesso da equipe durante as décadas de 1970 e 1980. Na final da Copa da Inglaterra de 1980 contra o Arsenal, fez o gol que garantiu o título da competição para os Hammers, diante de 100 mil pessoas no Wembley.

Jogador de meio-campo, Brooking tem seu nome cravado na história do West Ham também pelo extenso período que passou no clube. Da estreia, em 1967 até sua despedida, em 1984, ele acumulou 643 partidas com 102 gols marcados. Junto dos dois títulos de Copa, ele também fez parte do time vice-campeão da Copa da Liga, em 1981 e também integrou a equipe vice-campeã da Recopa Europeia.

Eleito por cinco vezes como jogador do ano pela equipe, Brooking fez parte do período mais vencedor da história dos Hammers. Todo esse contexto o credencia como um grande ídolo do West Ham.

Geoff Hurst

Produto das categorias de base, Sir Geoffrey Hurst foi um dos ídolos que o West Ham forjou em seus próprios domínios. O que poucos sabem é que o prolífico atacante (249 gols em 503 aparições) começou a carreira como defensor. O potencial para integrar o hall de maiores ídolos do clube foi demonstrado quando se tornou homem de frente.

Os gols de Hurst trouxeram muitas glórias para os Hammers: uma Copa da Inglaterra e uma Recopa Europeia. Durante a campanha da Copa da Inglaterra, na temporada 1963/1964, o atacante marcou gols nas sete partidas disputadas pela equipe. Jogador de referência e com finalização apurada, chegou a marcar seis vezes numa mesma partida.

A carreira do atacante teve outro ponto importante, além influente carreira no West Ham, que foi de 1958 até 1972. Até hoje, Hurst é o único jogador que marcou três gols numa final de Copa do Mundo – feito alcançado em 1966.

Alan Devonshire

Pouco se espera de um jogador comprado por baixo valor de uma equipe amadora. Alan Devonshire se provou, durante seu tempo no West Ham, como um dos grandes ídolos da equipe. O talentoso meia-esquerda, honrou o nome dos Hammers de 1976 até 1990 atuando 448 vezes pelo clube.

Apesar de não marcar muitos gols – foram apenas 32 -, Devonshire ficou marcado pelo talento em criar oportunidades para seus companheiros. Foi dele a jogada que resultou no gol de Trevor Brooking, que deu o título da Copa da Inglaterra de 1980 para o West Ham.

Devonshire integrou o grupo de jogadores que não trocou de equipe, mesmo com o rebaixamento. Suas atuações foram essenciais para o título da segunda divisão, em 1980/1981 e também para que os Hammers chegassem em terceiro lugar na elite inglesa, na temporada 1985/1986.

Martin Peters

Um jogador completo. Assim era Martin Peters, um dos jogadores mais regulares da história do West Ham. Atuando pelo meio-campo, combinava força e técnica, além da habilidade de dominar e chutar a bola com ambos pés.

Peters, autor de 100 gols pelo West Ham, fez parte do período de maior glória do clube. Ele integrou o elenco que trouxe aos Hammers o único título continental, a Recopa Europeia, durante a temporada 1964/1965. Foi o ponto alto de uma carreira que durou de 1959 e durou até 1970, com 364 jogos.

Campeão mundial pelos Three Lions em 1966 – inclusive fazendo gol na final, Peters foi um dos maiores ídolos do West Ham no tempo que os Hammers disputavam todos os títulos na Inglaterra.

Vic Watson

O inglês Vic Watson figura em qualquer lista dos maiores ídolos do West Ham e o motivo é bem “simples”: o atacante marcou incríveis 326 gols em 505 jogos pelos Hammers, o maior goleador da história. Ele integrou a equipe londrina de 1920 até o ano de 1935.

Até os dias atuais, ninguém passou perto de ameaçar esse recorde. Ele conseguiu 13 hat-tricks pelo clube, em outras três ocasiões marcou quatro gols na mesma partida e também conseguiu o feito de marcar seis vezes num mesmo jogo.

Mesmo sem conseguir levar o clube aos títulos, o rendimento durante os quinze anos de West Ham, credencia Watson como um dos maiores ídolos do clube.

Alvin Martin

Uma história de lealdade e muita entrega, características que produzem uma imensa identificação de qualquer jogador com qualquer torcida. Adicione títulos e atuações memoráveis e isso te credencia como um dos maiores ídolos de um clube. Foi o que Alvin Martin fez no West Ham.

Foram 22 anos pelos Hammers, entre 1974 até 1996. Parte vital do sucesso da equipe na década de 1980, Martin se manteve no clube em três situações de rebaixamento. Em todas ocasiões, voltou com a equipe para a elite.

Foram 596 partidas defendendo a equipe e sempre sendo uma referência na zaga, liderando o time e dificultando os ataques adversários. A entrega de Alvin Martin coloca-o na lista de maiores ídolos do West Ham.

Frank Lampard Sr.

Para os mais jovens, quando se diz o nome Lampard, vem à cabeça a imagem do ídolo do Chelsea. Porém, não foi sempre assim. Frank Lampard Sr., pai do atual treinador dos Blues, foi um jogador de sucesso do West Ham. Atuou na lateral esquerda dos Hammers de 1967 até 1985.

Ao longo desse tempo, foram 670 partidas – segundo jogador que mais atuou pelo clube. A história com o clube começou nas categorias de base, em 1963. Pelos Hammers, foram dois títulos de Copa da Inglaterra e um gol decisivo na campanha de 1979/1980, colocando a equipe na grande final.

O defensor foi companheiro de clube de outros grandes nomes que também integram a lista de maiores ídolos do West Ham. A regularidade e a disposição, deixando tudo que podia dentro de campo, fez com que o jogador alcançasse o patamar histórico dentro do clube.

Phil Parkes

Quando se gasta muito dinheiro na contratação de um determinado jogador, é esperado um retorno na mesma proporção. Phil Parkes foi o goleiro mais caro do mundo à época da sua contratação (565 mil libras) e fez jus ao investimento dos Hammers.

Defendendo a meta do clube de 1979 até 1990, Parkes é um dos maiores ídolos da história do West Ham e, para muitos, o melhor goleiro da história do clube. São 444 jogos, dois títulos e uma carreira constante defendendo a equipe londrina. Na temporada 1980/1981, durante a campanha do título da segunda divisão, Parkes conseguiu 22 clean sheets.

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