Götze e Özil, de campeões mundiais à esquecidos na Europa

Na final da Copa do Mundo de 2014, Mario Götze marcava o gol do título da Alemanha diante da Argentina, na prorrogação. Além de Götze, a Seleção Alemã contava com Mezut Özil, outro craque que marcou seu nome na história daquela copa. Entretanto, os atletas tiveram um destino improvável e caíram no esquecimento.

Mario Götze

Com apenas 30 anos, Götze irá jogar à Bundesliga, no Eintracht Frankfurt, enquanto Özil, que foi descartado do Fenerbahçe, vai atuar pelo modesto Istanbul Basaksehir, da Turquia.

Götze foi revelado pelo Borússia Dortmund, em 2009, e era tratado como uma grande promessa. Após quatro anos, começou a defender as cores do Bayern de Munique, o que causou indignação por parte de torcedores do Dortmund, sendo chamado de traidor. Após o título mundial, a carreira de Götze começou a decair.

Posteriormente, retornou ao Borússia para tentar recuperar seu futebol. Logo, acabou descobrindo que sofria de miopatia metabólica, uma doença que tira a força dos músculos. Após cogitar encerrar a sua carreira, chegou ao PSV, da Holanda, onde marcou 18 gols e 18 assistências em 78 jogos, conquistando a Copa da Holanda e vivendo seu melhor momento desde 2016.

Enfim, de volta à Alemanha, agora para defender as cores do Frankfurt, Götze tentará manter a regularidade e recuperar seu futebol.

Mezut Özil

Özil, surgiu no Schalke 04, brilhou no Werder Bremen e acertou com o Real Madrid em 2010. Pela equipe merengue fez grandes atuações, marcando 27 gols e 81 assistências em 160 jogos. Em 2013, mudou de ares e foi disputar a Premier League pelo Arsenal, vivendo de lampejos.

Pelo clube inglês, venceu quatro vezes a Copa da Inglaterra e três Supercopas, marcando 44 gols e 77 assistências em mais de 200 jogos. Assim, chegou ao Fenerbahçe, entretanto, não conseguiu mais desempenhar o mínimo da sua capacidade técnica. Foram apenas 37 jogos, 8 gols e quatro assistências, sem nenhum título conquistado.

Por fim, ambos foram campeões mundiais e estão prestes de se aposentar em clubes de menores expressão, caindo no esquecimento.