Copa do Mundo Feminina 2023: veja como foi a cerimônia de abertura do torneio

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A Copa do Mundo Feminina 2023 começou nesta quinta-feira (20) às 4h (horário de Brasília), em Auckland, na Nova Zelândia. Pela primeira vez, 32 seleções irão disputar o torneio mais importante do futebol feminino, que será sediado também na Austrália.

Meia hora antes do primeiro jogo, entre Nova Zelândia e Noruega, quem compareceu ao Eden Park – ou acordou de madrugada aqui no Brasil – pôde assistir à tradicional cerimônia de abertura da Copa do Mundo.

Como foi a abertura da Copa do Mundo Feminina 2023

Com o estádio lotado – principalmente com a presença de crianças -, a cerimônia de abertura começou logo após a saída das jogadoras que estavam em campo se aquecendo antes do início da partida.

A festa começou com uma apresentação de “haka”, a tradicional dança da cultura maori. Quem acompanha os All Blacks, seleção de rúgbi neozelandesa, já está acostumado a ver os jogadores usando a dança em suas comemorações. No Eden Park, dançarinos e cantores dos povos originários da Nova Zelândia fizeram a performance.

Em seguida, entraram em campo grupos de dançarinos representando cada um dos 32 países participantes do torneio com tecidos coloridos. Eles se organizaram para formar o símbolo da Copa do Mundo de 2023.

Após a transmissão do vídeo de apresentação das jogadoras de todas as seleções, a cerimônia chegou à sua etapa final com um show da neozelandesa Benee e da australiana Mallrat. As duas cantoras animaram o público cantando “Do it Again”, música oficial da Copa do Mundo de 2023.

Prevista para começar duas horas antes do jogo entre Nova Zelândia x Noruega, a cerimônia acabou sendo mais curta que o comum, sendo encerrada com um belo show de luzes e fogos de artifício. Porém, foi suficiente para esquentar a primeira partida do torneio.

Maria Tereza Santos
Maria Tereza Santos

Jornalista pela PUC-SP. Na PL Brasil, escrevo sobre futebol inglês masculino E feminino, filmes, saúde e outras aleatoriedades. Também gravo vídeos pras redes e escolhi o lado azul de Merseyside. Antes, fui editora na ESPN e repórter na Veja Saúde, Folha de S.Paulo e Superesportes.