Cinco jogadoras que passaram pela WSL e você não sabia

Relembre grandes jogadoras que tiverem passagens relâmpago pela Women’s Super League!

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Cinco jogadoras que passaram pela WSL e você não sabia
Richard Heathcote/Getty Images

A Women’s Super League é, para muitos, a principal liga do futebol feminino no mundo. Profissionalizada, estruturada e com grandes times, a WSL tem sido a casa de grandes craques de todo o mundo nos últimos anos.

Mas nem todas elas brilham como se espera na Inglaterra. Algumas jogadoras de renome mundial, sejam já consagradas ou ainda em começo de carreira, passaram pela liga inglesa de forma bem rápida – e várias não deixaram muitas lembranças marcantes.

5 jogadoras que passaram pela WSL e você (talvez) não sabia!

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Sofia Jakobsson – Chelsea (2013)

Uma das principais jogadoras do futebol sueco, Sofia Jakobsson iniciou a carreira em seu país em 2006. Em 2011, a atacante foi para o Rossiyanka, da Rússia, clube no qual permaneceu por dois anos. Então, em 2013, decidiu partir para um novo rumo: se transferiu para o Chelsea.

A trajetória dela em Londres foi de adaptação rápida e gols. Em 11 partidas, marcou seis tentos – chegou a deixar sua marca três partidas consecutivas pela WSL. Foi uma peça importante de uma equipe que era bastante fragilizada, e terminou o torneio na vice-lanterna.

Mas Jakobsson não ficou para ver o final da história. Faltando três jogos para o fim da WSL 2012/2013, ela se transferiu para o Cloppenburg, da Alemanha. Curiosamente, ainda conseguiu ser a artilheira do time naquela temporada, ao lado da inglesa Eniola Aluko.

Robert Cianflone/Getty Images

Christiane Endler – Chelsea (2014)

Eleita a segunda melhor goleira do mundo em 2019 pela Fifa e considerada por muitos como a melhor da posição, Christiane Endler é um dos grandes ícones do futebol feminino. Mas pouca gente lembra que a chilena já passou pela WSL.

Depois de iniciar a carreira em 2008 no Chile, jogando por Unión La Calera, Everton e Colo-Colo (e ganhando quatro Campeonatos Chilenos e uma Copa Libertadores), a atual arqueira do PSG se aventurou no futebol europeu chegando no Chelsea em 2014.

Na época do futebol chileno, Endler dividia os compromissos de campo com a universidade – a South Florida Bulls, nos Estados Unidos. Quando foi para o Chelsea, Tiane assinou então o seu primeiro contrato como profissional na carreira.

Apesar do bom começo nos seus três primeiros jogos, a diferença de carga que encontrou em seus treinos teve seu preço: rompimento do menisco e fim de temporada. Ela recebeu uma proposta de renovação, mas julgou que os valores não eram suficientes para manter os custos na Inglaterra e voltou ao Colo-Colo em 2015.

Richard Heathcote/Getty Images

Kosovare Asllani – Manchester City (2016)

Outra sueca que passou rapidamente pela WSL foi Kosovare Asllani. Atualmente no Tacón/Real Madrid, a ótima meia de 30 anos teve seu primeiro grande destaque europeu pelo PSG, de 2012 a 2015. E o sucesso chamou a atenção do Manchester City.

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A jornada de Asllani pelas Citizens não foi tão marcante no quesito desempenho, com 25 jogos e três gols de janeiro de 2016 a agosto de 2017 (tinha assinado contrato de dois anos). Em compensação, sobraram taças: uma tríplice coroa nacional com WSL, FA Cup e Copa da Liga, além de uma semifinal de Uefa Women’s Champions League.

Depois da passagem rápida pelo Man City, Asllani voltou para casa, em sua segunda passagem pelo Linköpings. De lá, saiu para a Espanha, onde está hoje no Tacón/Real Madrid.

Lars Ronbog/Getty Images

Asisat Oshoala – Liverpool (2015-2016) e Arsenal (2016-2017)

Asisat Lamina Oshoala é a única da lista que já passou por dois clubes na Inglaterra. A atacante nigeriana, hoje grande destaque do Barcelona, vestiu na terra da rainha as camisas de Liverpool e Arsenal – e de forma seguida, entre 2015 e 2017.

Começando a carreira com apenas 15 anos na Nigéria, Oshoala iniciou no FC Robo e se destacou no Rivers Angels. De lá, aos 21 anos, partiu para a Europa em 2015 e foi jogar no Liverpool. Foram nove jogos, três gols, uma lesão no joelho que a afastou do campo por dois meses e uma campanha de penúltimo lugar das Reds em 2015.

No ano seguinte, Oshoala migrou para Londres e foi jogar no Arsenal. A passagem foi igualmente infrutífera em desempenho: 11 jogos e apenas dois gols. Mas se nas Reds não ganhou títulos, com as Gunners ela conquistou a FA Cup em 2015/2016.

Em 2017, a atacante foi para o Dalian Quanjian, da China, onde ficou por dois anos. De lá migrou para o Barcelona, clube no qual se consolida até hoje como uma das principais jogadoras do planeta.

Catherine Ivill/Getty Images

Carli Lloyd – Manchester City (2017)

Eleita a melhor jogadora do mundo em 2015 e 2016, Carli Lloyd havia feito toda a sua carreira nos Estados Unidos. Em sua terra natal, a atacante virou uma das grandes da história da modalidade. Mas em 2017, ela cruzou o oceano e chegou em Manchester.

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Com o fim da temporada nos Estados Unidos, que segue o calendário anual, é comum ver jogadoras que vão por empréstimo para a Europa buscando manter a atividade no primeiro semestre. E com esse objetivo, Lloyd foi para o Manchester City.

A aventura foi de apenas seis jogos e dois gols. Mas ela deixou sua marca: fez um dos gols na vitória por 4 a 1 sobre o Birmingham na final da FA Women’s Cup. Além disso, o Man City foi o vice-campeão da WSL Spring Series, um torneio de seis meses realizado no primeiro semestre de 2017 para adaptar o calendário (que deixaria de ser anual e seria por temporada, como no masculino, em 2017/2018).

Curiosamente, ela não disputou as últimas rodadas daquela WSL Spring Series. Em uma das últimas rodadas ela acertou uma cotovelada no rosto de Annie Heatherson, do Yeovil Town, foi expulsa diretamente e foi suspensa por três partidas. Com isso, jogou apenas pela FA Women's Cup no fim da temporada.

Lars Ronbog/Getty Images

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