Bruno Vicintin agora é majoritário do Santa Clara

A princípio, Vicintin assume 55,% do capital social da SAD, Santa Clara, em uma sequência de negociações, que duraram 60 dias, o brasileiro assume parte majoritária do clube. Antes,  Glen Lau, e o ex-presidente da SAD Imail Uzun, eram diretores do clube açoriano.

Santa Clara – História, ascensão e títulos

Antes de tudo, o Clube Desportivo Santa Clara, foi fundado em 1917. Sediado em Ponta Delgada, nas Ilhas Açores em Portugal, antes da sua fundação, existia um campeonato chamado Santa Clara, e outros dois clubes com mesmo nome, participavam. Os clubes Santa Clara Foot-ball Club e Sport Club Santa Clara, se fundiram e surgiu o clube açoriano em 1820.

Atualmente, após 15 anos na segunda divisão, os bravos açorianos, integram a primeira liga Portuguesa (primeira divisão). Em 5 anos na liga principal, encerrou a temporada 21/22, na sétima colocação. Foram nove vitórias, 13 empates e 12 derrotas, dando a equipe, classificação inédita para Conference League. Ao todo, foram 5 atuações na elite portuguesa.

Em síntese, seus maiores títulos, foram na segunda liga.

Títulos

  • Campeonato Nacional da 2ª Divisão em 1997/1998

  • Campeonato Nacional da II Liga em 2000/2001

Quem é Bruno Vicintin – Majoritário do Santa Clara

A saber, Bruno Vicintin é brasileiro, engenheiro civil de formação, sendo assim, vice presidente do grupo Rima. Ao passo que, no Brasil já foi vice presidente do Cruzeiro, nas temporadas de 2015 a 2017. Sob sua gestão, o clube foi campeão da copa do Brasil 2017. Nesse interim, se graduou em 2020 como Diretor Executivo de Futebol, pela Federação Portuguesa de Futebol.

Mercado da bola – saiba mais sobre a negociação

Por fim, Ismail Azun, detia 7,2% das ações do clube, junto a empresa Heroes Vertigo, ocupando o cargo na presidencia adminstrativa, enquanto, Glen Lau com 48,6% tinha a maior parte, com sua empresa Azul Internacional. Nesse sentido, o clube da ilha, precisava de um majoritário. As duas partes somavam 55,8%, e foram compradas por Vicintin. Sendo assim, o brasileiro assume a parte majoritária, e o clube fica com 40% das ações, e os pequenos acionistas com 5,4%.