As camisas aposentadas no futebol, relembre

Certamente, tudo tem seu fim. E com atletas de futebol não é diferente. Isso porque, quando um grande craque decide pendurar as chuteiras, geralmente as camisas usadas por eles em toda a sua carreira, é aposentada e eternizada para nenhum jogador herdar o número.

Vamos relembrar as camisas eternizadas

Camisa 10 de Maradona no Napoli

Um dos maiores de todos os tempos e maior jogador da seleção argentina, Maradona é o grande ídolo na Napoli. Além de tirar o clube italiano da fila de títulos, o gênio se identificou tanto com a Napoli, que o clube decidiu aposentar a camisa 10, logo após a saída de Maradona, em 1991. Por outro lado, o craque pediu para o clube liberar a camisa para Lavezzi (Argentino também), porém nem mesmo o pedido especial foi aceito pela diretoria.

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Camisa 14 de Cruyff no Ajax

Na maioria das vezes, os números “1” e “10” são mais comuns em questão de camisas aposentadas. Contudo, o holandês Joham Cruyff quebrou esse paradigma usando a camisa “14” no Ajax e Seleção Holandesa. Portanto, jogando 12 temporadas pelo Ajax, se tornou o maior ídolo por lá e eternizou a camisa na história do clube. Sendo assim, nenhum outro jogador usou a mítica camisa.

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Camisa 4 de Zaneti na Inter de Milão

Mais uma lenda do futebol mundial, Javier Zanetti disputou 853 jogos pela camisa da Inter de Milão, entre 1995 até 2014. Assim, naturalmente a camisa “4” do argentino foi eternizada e aposentada.

Camisas 10 de Roberto Baggio no Brescia

Sempre que alguém cita o nome de Roberto Baggio, certamente se lembrará do pênalti perdido na final da Copa do Mundo contra o Brasil, nos Estados Unidos, em 1994. Logo após de se consolidar no futebol europeu, Baggio decidiu encerrar a sua carreira no modesto Breggia, vestindo a camisa 10 e conduzindo a equipe para uma inédita Copa da UEFA. Portanto, isso foi o suficiente para a sua camisa ser aposentada no clube.

Camisa 3 de Paolo Maldini no Milan

Facilmente, o zagueiro italiano Maldini estaria na seleção dos maiores jogadores de todos os tempos. Afinal, além de ser um jogador disciplinado, tinha muita técnica e desarmava jogadas como poucos. Paolo Maldini atuou no Milan de 1984 até 2009 e nada mais justo de aposentar a camisa 3.