29ª rodada da Premier League: confira o resumo dos jogos

Confira o resumo dos dez jogos de mais uma rodada da PL!

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29ª rodada da Premier League: confira o resumo dos jogos
Foto: Premier League

Confira o que de melhor aconteceu neste fim de semana, com as partidas da 29ª rodada da Premier League!

Tottenham 1×1 Arsenal

Aubameyang teve a chance de dar a vitória ao Arsenal, mas Lloris pegou pênalti nos acréscimos (Foto: Reprodução/Premier League)

A 29ª rodada da Premier League não poderia começar melhor: Wembley lotado para o North London Derby entre Tottenham e Arsenal. O jogo começou elétrico, com os dois times tendo boas chances. E o placar foi aberto logo cedo.

Aos 16 minutos, Davinson Sánchez errou o domínio no meio de campo e Alexandre Lacazette recuperou. Ele viu Aaron Ramsey passando livre e lançou o camisa 8, que saiu na cara de Lloris, driblou o goleiro e fez 1 a 0.

Depois do gol, o time vermelho se fechou e o Tottenham apertou. Os Spurs chegaram a empatar aos 24 com Harry Kane, mas ele estava impedido. Além disso, Bernd Leno fez uma sequência de duas defesas incríveis para manter o placar em 1 a 0 no intervalo.

No segundo tempo, os Gunners começaram melhores e controlando o jogo, inclusive perdendo oportunidades – a mais clara com Lacazette, livre dentro da área.

A situação parecia complicada para os Spurs, até que aos 28 minutos, o árbitro Anthony Taylor marcou pênalti de Skhodran Mustafi em Harry Kane. O camisa 10 do Tottenham estava impedido no lance, mas a arbitragem não viu e deu a penalidade. Chute bem colocado de Kane, deslocando Leno, e empate em 1 a 1.

Kane se tornou o maior artilheiro do North London Derby na era PL, com nove gols em nove jogos (Foto: Reprodução/Premier League)

A torcida acordou em Wembley e os mandantes foram para cima, buscando a virada. Eis que aos 44 minutos, Mkhitaryan lançou Pierre-Emerick Aubameyang, que dividiu com Davinson Sánchez na área e caiu: pênalti (questionável) para o Arsenal.

Tudo indicava a vitória do time vermelho. Mas Auba, que entrou no segundo tempo, bateu muito mal e Lloris defendeu. No rebote, o gabonês ainda teve segunda chance, mas Jan Vertonghen cortou embaixo da trave e sacramentou o empate em 1 a 1.

No fim, ainda deu tempo de Lucas Torreira ser expulso após carrinho duríssimo em Danny Rose. O uruguaio recebeu cartão vermelho direto e ficará fora dos próximos três jogos do Arsenal.

Com o resultado, o Tottenham manteve a terceira colocação, indo a 53 pontos. Já o Arsenal perdeu a chance de colar nos rivais e chega aos 49 pontos, no quarto lugar.

Ficha Técnica:

Tottenham: Lloris; Alderweireld, Vertonghen, Sánchez; Trippier, Wanyama (Lamela 58’), Sissoko, Rose, Eriksen; Son (Llorente 78’), Kane. Técnico: Mauricio Pochettino.

Arsenal: Leno; Mustafi, Sokratis, Koscielny, Monreal; Guendouzi (Torreira, intervalo), Xhaka, Mkhitaryan, Iwobi, Ramsey (Özil 71’); Lacazette (Aubameyang 55’). Técnico: Unai Emery.

Bournemouth 0x1 Manchester City

Bernardo Silva e Mahrez comemoram o gol da vitória do City. Foto: Premier League divulgação

Pep Guardiola sabia que uma vitória fora de casa contra o Bounermouth era importante para manter pressão sobre o Liverpool, na disputa entre os dois pela liderança da Premier League. Seu time entrou em campo determinado a conseguir o resultado e não o deixar escapar.

O Manchester City dominou completamente o jogo e praticamente “alugou” o campo de defesa dos donos da casa, que não conseguiram trocar muitos passes seguidos ou armar jogadas de contra-ataque.

Os Citizens tiveram impressionantes 82% de posse de bola e 23 finalizações (sendo sete no alvo). Além disso não permitiram ao Bournemouth nenhum chute ao gol sequer. Esse detalhe foi exaltado por Guardiola na entrevista pós-jogo para chamar a atuação nessa partida de “uma das melhores que já tivemos”.

Com todo esse domínio, no entanto, o primeiro tempo não foi de encher os olhos. Foram poucas as chances reais de gol. Kevin De Bruyne ainda precisou ser substituído por conta de lesão muscular.

No segundo tempo a história foi diferente. A posse de bola e a pressão resultaram em boas jogadas e várias chances de gol foram criadas. Logo aos 10 minutos Mahrez abriu o placar após excelente troca de passes entre Zinchenko, David Silva e Bernardo Silva.

O confronto terminou em 1 a 0 para o City, mas o placar poderia ter sido bem mais elástico. O goleiro Boruc e sua defesa tiveram muito trabalho até o apito final. O resultado, sem dúvida, colocou pressão para cima do Liverpool, que jogaria no dia seguinte.

Ficha Técnica:

Bournemouth: Boruc; Clyne (Rico 83´), Mepham, Simpson (Ibe 83´), Aké e Daniels; Smith, Brooks (Mousset 75´), Surman e Fraser; King. Técnico: Eddie Howe

Manchester City: Ederson; Walker, Stones (Kompany 48´), Otamendi e Zinchenko; De Bruyne (Mahrez 45´), Gündogan, David Silva e Bernardo Silva; Sterling e Agüero (Gabriel Jesus 90´). Técnico: Pep Guardiola

Burnley 1×3 Crystal Palace

Depois da goleada sobre o Leicester no fim de semana anterior, o Crystal Palace foi ao Turf Moor encarar o Burnley. Num jogo sem muitas emoções no primeiro tempo, Wilfried Zaha deu show na parte final.

Os mandantes tiveram a bola por praticamente todos os primeiros 45 minutos, enquanto o Palace se armou para o contra-ataque. Dwight McNeil e Jeff Hendrick cruzaram incontáveis bolas na área, mas nenhuma efetiva.

Num dos contra-golpes dos visitantes, Zaha pedalou e bateu cruzado pro meio da área. Geoffrey Schlupp tentou completar e o desvio de Phil Bardsley, contra, acabou abrindo o placar.

No segundo tempo, a posse continuou com os Clarets. Contudo, os visitantes eram mais perigosos quando chegavam à área adversária. Numa das descidas pela direita, Aaron Wan-Bissaka cruzou rasteiro para Michy Batshuayi ampliar.

Pouco tempo depois, Zaha coroou sua boa atuação com um belo gol. O marfinense recebeu e driblou duas vezes dois marcadores antes de bater de canhota, por baixo de Tom Heaton.

Zaha foi o principal nome, mais uma vez, do Crystal Palace (Twitter/Divulgação)

Com o 3 a 0, o Crystal Palace pareceu bem à vontade e passou a criar mais. O Burnley se limitou a levantar bolas na área para Ashley Barnes e Peter Crouch. No último minuto regulamentar a estratégia funcionou e Barnes diminuiu, mas já era tarde.

A derrota mantém o Burnley namorando com a zona de rebaixamento, enquanto a vitória fora de casa dos Eagles faz o time respirar no campeonato.

Ficha técnica

Burnley: Heaton, Bardsley, Tarkowski, Mee, Taylor; Hendrick (Gudmundsson 46′), Cork, Westwood, McNeil (Brady 72′); Wood (Crouch 81′) e Barnes. Técnico: Sean Dyche.

Crystal Palace: Hennessey, Wan-Bissaka, Tomkins, Dann, Van Aanholt; Meyer (McArtur 71′), Milivojevic, Kouyate, Schlupp; Zaha (Townsend 79′) e Batshuayi (Benteke 83′). Técnico: Roy Hodgson.

Brighton 1×0 Huddersfield

Andone marcou o único gol do jogo entre Brighton e Huddersfield.
Andone comemorando seu gol junto da torcida do Brighton & Hoven Albion. (Foto: Paul Hazlewood /
Brighton & Hoven Albion)

A partida realizada, no último sábado (02), no Falmer Stadium proporcionou o encontro entre Brighton & Hove Albion e Huddersfield. Os donos da casa levavam vantagem não só por estarem perto da torcida, mas também por estar à frente classificação da Premier League.

Em campo, os Seagulls enfrentaram mais dificuldades do que se esperaria ao enfrentar o lanterna da liga. Pecaram na finalização dos ataques, mas ao fim foram salvos pela perspicácia de Florin Andone.

A partida em ambos os tempos ficou muito presa no meio-campo, sendo 46% ações ocorridas na faixa central. A primeira etapa mostrou-se mais equilibrada, porém a melhor chance foi a favor do Brighton. A bola estourou no travessão após chute de Alireza.

Quando não ficavam presos na defesa do Huddersfield ou nas traves que delimitam o gol, Lössl tratou de segurar os adversários. Aos 70 minutos a intensidade da partida caia drasticamente. Os erros de passes próximos à área dos Terriers impediam jogadas mais incisivas.

O gol de Andone foi uma alegria ainda maior devido a todas as circunstâncias favoráveis ao empate, ainda mais visto as estatísticas ao fim da partida. Com 13 chutes, sendo 4 deles no alvo, o Brighton aproveitou pouco os 53% de posse. Manteve seus jogadores marcando avançados, mas concentrou 62% das ações na frente do gol, explorando pouco os lados do campo.

Com a vitória os Seagulls chegam a 30 pontos e se distancia do 1º na zona de rebaixamento, enquanto o Huddersfield abraça ainda mais a lanterna com seus 14 pontos conquistados.

Estatísticas: Whoscored

FICHA TÉCNICA:

Brighton & Hove Albion: Ryan; Martin Montoya, Duffy, Dunk, Bernardo; Bissouma (Kayal 85’), Stephens, Pröpper; Knockaert, Murray (Andone 57’ [79‘], Jahanbakhsh. Técnico: Chris Hughton

Huddersfield: Lössl; Bacuna, Schindler, Kongolo, Durm; Stankovic (Izquierdo 78’); Hogg (Mooy 41’), Billing; Pritchard (Kachunga 62’); Ahearne-Grant, Mounié. Técnico: J. Siewert

Wolverhampton 2×0 Cardiff City

Raúl Jiménez, Diogo Jota e o garoto Gibbs-White comemorando o primeiro gol dos lobos. Foto/Divulgação: Premier League.

Dentro do Molineux Stadium, em Wolverhampton, os Lobos se reencontraram com a vitória depois de três partidas ao bater o Cardiff City por 2 a 0, com o português Diogo Jota e o mexicano Raúl Jiménez balançando as redes ainda no primeiro tempo com um espaço de dois minutos separando os dois gols. Destaque para o mexicano, responsável por dar a assistência para Jota abrir o placar.

Apesar do placar, os primeiros quinze minutos foram marcados pelo domínio do time visitante que adiantou suas linhas e dominou o território adversário, centralizando a armação no espanhol Victor Camarasa e acionando Joe Ralls como principal válvula de ataque pelo lado esquerdo, porém não conseguindo converter a pressão em gols, mesmo obrigando o goleiro John Ruddy a fazer boas defesas no início do jogo.

Em dois contra-ataques, os Lobos chegaram aos seus gols, primeiro com uma linda troca de passes que terminou com a finalização certeira de Jota; logo após, Raúl desarmou o adversário na ponta esquerda, avançou até a área e cruzou para Jota, que devolveu para o mexicano ampliar e dar números finais ao jogo.

O que se viu depois disso foi uma tentativa clara dos Lobos ampliarem, o que não ocorreu graças a boa atuação do goleiro Neil Etheridge.

Nos últimos dez minutos, a equipe galesa foi avançando gradativamente, como se fosse uma equipe de futebol americano ganhando jardas a cada tentativa ofensiva, o que acabou sendo pouco porque as chances criadas não levaram perigo.

No início da segunda etapa, os Wolves baixaram sua intensidade e povoou seu campo defensivo, esperando o erro do time galês para acelerar no contra-ataque.

Porém, com o decorrer da partida, o time mandante apenas administrou a vantagem tendo ainda uma grande chance de fazer o terceiro com Raúl Jiménez, impedida por uma grande defesa de Etheridge.

Além da dupla JJ, destaque para o meia marroquino Romain Saiss e o promissor meia-central Gibbs-White, fundamentais nas transições ofensivas do time treinado por Nuno Espírito Santo.

FICHA TÉCNICA:

Wolverhampton: John Ruddy; Ryan Bennett, Conor Coady (c) e Willy Boly; Adama Traoré (Iván Cavaleiro – 75′) , Dendoncker, Saiss, Gibbs-White (João Moutinho – 64′) e Rubén Vinagre; Diogo Jota (Matt Doherty – 47′) e Raúl Jiménez. Técnico: Nuno Espírito Santo.

Cardiff City: Etheridge; Lee Peltier, Sean Morrison (c), Sol Bamba (Bruno Manga – 45′) e Joe Bennett; Víctor Camarasa, Gunnarsson e Joe Ralls; Bobby Reid (Callum Patterson – 59′), Kenneth Zohore e Oumar Niasse (Rhys Healey – 76′). Técnico: Neil Warnock.

Manchester United 3×2 Southampton

Foto: Premier League

O Manchester United bateu o Southampton de forma espetacular. Romelu Lukaku marcou aos 88 minutos e sacramentou o 3 a 2 no placar. Um resultado importantíssimo na briga por Champions League e que garante o United no G4 por mais uma rodada.

Como esperado, o United tomou a iniciativa do jogo e partiu para o ataque. Entretanto, mesmo com tanta pressão dos Diabos Vermelhos, quem abriu o placar foi o Southampton. O lateral Valery acertou um chute de rara felicidade e deixou os visitantes em vantagem. O primeiro tempo acabou com o United perdendo.

Logo aos 8 minutos da etapa final, Andreas Pereira empatou a partida. Pouco depois, o brasileiro achou Lukaku e o atacante virou o jogo. 2 a 1 United! Quando o jogo parecia controlado a favor do United, o Southampton empatou. Ward-Prowse marcou um golaço de fora da área e deixa tudo igual.

Quando o empate já era dado como certo, o brasileiro Fred achou Lukaku e o belga marcou um golaço. 3 a 2 e vitória dos Diabos Vermelhos!

Ficha técnica

United: De Gea; Young, Smalling, Lindelof e Shaw; McTominay, Andreas Pereira (Fred) e Pogba; Sanchez (Dalot), Lukaku e Rashford (Chong). Técnico: Solskjaer

Southamton: Gunn; Bednarek, Yoshida (Gallagher) e Vestergaard; Vakery, Ward-Prowse, Romeu, Hojbjerg e Bertrand; Redmond e Austin (Armstrong). Técnico: Hasenhüttl

West Ham 2×0 Newcastle

Mark Noble bate pênalti para fazer o segundo gol do West Ham. Foto: Premier League divulgação

Em um jogo de estatísticas equilibradas o West Ham foi mais eficiente e bateu o Newcastle em casa. Com poucas chances reais de gol, a partida foi definida já no primeiro tempo.

Logo aos sete minutos Declan Rice abriu o placar do London Stadium com uma cabeçada firme, após cobrança de escanteio. Ainda no primeiro tempo, aos 42, Mark Noble fez 2 a 0 em cobrança de pênalti, sofrido por Chicharito Hernandez.

O Newcastle voltou do intervalo um pouco melhor, após ter sido praticamente nulo no primeiro tempo. Ayoze Perez teve boa chance aos três minutos. Rondón obrigou Fabianski a fazer uma boa defesa.

No quesito posse de bola os donos da casa tiveram 56% contra 44%. O Newcastle até conseguiu mais finalizações (17 a 10), mas poucas com perigo (apenas duas no alvo). No fim das contas, a eficiência do West Ham no primeiro tempo foi o fiel da balança.

Foi o quinto jogo seguido sem derrotas dos Hamers no London Stadium. O time se consolida na primeira metade da tabela após um começo de campeonato muito ruim. Já o Newcastle sai derrotado após duas vitórias consecutivas e fica com 31 pontos, a seis da zona de rebaixamento.

Ficha Técnica:

West Ham: Fabianski; Fredericks, Diop, Ogbonna e Cresswell (Masuaku 34´); Rice, Snodgrass, Noble (Obiang 79´), Lanzini e Felipe Anderson; Hernandez (Arnautovic 70´). Técnico: Manuel Pellegrini

Newcastle: Dubravka; Manquilo, Schär (Dummett 65´), Lascelles, Lejeune e Ritchie; Pérez, Longstaff (Diamé 45´), Hayden (Atsu 79´) e Almirón; Rondón. Ténico: Rafa Benitez.

Watford 2×1 Leicester




Na estreia do técnico Brendan Rodgers comandando o Leicester não houve felicidade no lado visitante. o Watford fez valer sua supremacia caseira e anotou dois gols sob a baliza de Schmeichel. 

O primeiro gol aconteceu logo aos 5 minutos de partida. Deulofeu cobrou uma falta em curva a partir da ponta esquerda. A bola achou a cabeça de Troy Deeney que mandou com força para o centro do gol.

Os dois times atacavam bastante, e após o intervalo o Leicester empatou. Aos 75 minutos Jamie Vardy recebeu um passe rápido de Tielemans, e mesmo pressionado por dois zagueiros e o goleiro (saída do gol) conseguiu mandar para o fundo das redes.

Tudo parecia indicar um empate, porém o Watford ainda tinha uma carta na manga. Nos acréscimos, Deeney achou Andre Gray com um passe alçado, e o atacante mandou uma bola rasteira para dentro das traves azuis.

Com o resultado, Watford e Leicester se mantém, respectivamente, na e 11ª posições.

Ficha técnica

Watford: Foster, Janmaat, Mariappa, Cathcart, Holebas, Doucouré, Capoue, Hughes (Cleverley), Pereyra, Deulofeu (Gray), Deeney. Técnico: Javi Gracia

Fulahm 1×2 Chelsea

Jorginho marca o gol da vitória e Chelsea volta a vencer fora de casa na Premier League. (Foto: Divulgação/Premier League)

Em duelo de opostos na tabela, Fulham e Chelsea entraram em campo neste domingo. Lutando contra o rebaixamento, os Cottagers precisavam desesperadamente da vitória, enquanto o Chelsea queria colocar um ponto final na série de derrotas como visitante na Premier League para continuar brigando por Champions.

A primeira etapa foi bem disputada. Logo aos 4 minutos de partida, Higuaín cabeceou à esquerda da meta do Fulham. Dois minutos depois, Joe Bryan respondeu para os donos da casa num belíssimo chute de longa distância, que passou perto da meta de Kepa Arrizabalaga.

Barkley também teve a chance de marcar o primeiro tento da partida, mas acabou finalizando forte demais e a bola subiu mais que o necessário. Foi então que aos 20 minutos William encontrou Azpilicueta, que cruzou na medida para Higuaín fuzilar a meta de Rico e abrir o placar.

O Fulham não sentiu o gol e continuou bem postado em campo, conseguindo atacar o Chelsea em algumas oportunidades. E foi numa dessas que o empate quase chegou. Mitrovic acertou um chutaço, mas viu Arrizabalaga fazer um milagre e colocar a bola pra escanteio. No entanto, na cobrança do tiro de canto, Chambers apareceu livre na grande área para empatar a peleja.

A resposta do Chelsea veio três minutos depois. Hazard disparou em velocidade e rolou para entrada da área, onde Jorginho, livre de marcação, chapou a bola no ângulo, sem chance para Rico, recolocando o Chelsea em vantagem. Higuaín e Hazard ainda tiveram a chance de ampliar na primeira etapa, mas perderam boas oportunidades.

A segunda etapa da partida manteve a pegada da primeira. Com as duas equipes querendo o resultado, o jogo continuou bem movimentado e com boas oportunidades para os dois lados. Logo aos 3 minutos, Hazard finalizou para boa defesa de Sergio Rico. Dois minutos depois, William fez boa jogada mas também parou no arqueiro rival.

A resposta do Fulham veio aos 15 minutos, quando Mitrovic assustou a meta de Kepa em um chute forte. Tom Cairney quase empatou jogo aos 22, após fazer bela jogada o individual, o camisa 10 finalizou e viu Kepa fazer boa defesa.

A partida se encaminhava para seu fim quando, aos 43 minutos da etapa complementar, Mitrovic acertou belo cabeceio e viu Kepa operar um milagre e evitar o empate dos donos da casa, garantindo os três pontos para os Blues.

Kepa Arrizabalaga evita o empate do Fulham e se transforma no nome do jogo. (Foto: Divulgação/Chelsea)

Com a vitória, o Chelsea volta a vencer fora de casa pelo campeonato inglês após três jogos e chega aos 58 pontos, encostando em Arsenal e Manchester United na briga por uma vaga na Champions League. Já o Fulham perde a 5ª seguida e se afunda na vice-lanterna, 10 pontos atrás do primeiro fora da zona de rebaixamento.

Ficha técnica:

Fulham: Rico; Odoi, Nordtveit, Ream, Bryan; Chambers, McDonald (Anguissa 62′); Babel (Ayite 71′), Cairney (Vietto 80′), Sessegnon; Mitrovic. Técnico: Scott Parker

Chelsea: Arrizabalaga; Azpilicueta, Rudiger, Christensen, Emerson; Kante, Jorginho (Kovacic 68′), Barkley (Loftus-Cheek 79′); Willian, Higuain, Hazard (Pedro 73′). Técnico: Maurizio Sarri

Everton 0x0 Liverpool

Foto: Getty Images

Everton x Liverpool se enfrentaram no Goodison Park em um jogo que valia muito. Pelo lado dos mandantes, a chance de atrapalhar o rival na corrida pelo título e tentar minimizar os últimos resultados negativos. Já para os Reds, era a oportunidade de voltar à liderança da Premier League.

Como esperado, um jogo bastante truncado e disputado. Na primeira etapa, o Everton optava pela bola longa e velocidade de seus pontas.

Já o Liverpool tentava achar espaço para atacar. E conseguiu. Após ótimo passe de Fabinho, Salah ficou frente à frente com Pickford e bateu em cima do goleiro. Foi a melhor oportunidade dos Reds.

Na segunda etapa, o jogo ficou melhor. O Everton colocou a bola no chão e começou a atacar os Reds, principalmente após a entrada de Richarlison. O brasileiro fez boas jogadas e por pouco os Toffies não marcaram. Pelo lado do Liverpool, o time teve uma outra oportunidade com Salah, mas não fez. A partida terminou 0 a 0 e com Klopp tendo deixado Shaqiri e Keita no banco.

Com o empate, o Liverpool perdeu a liderança do campeonato e agora não depende apenas de si. Está 1 ponto atrás do Manchester City a 9 rodadas do fim. Pelo lado do Everton, um resultado comemorado pelo fato de atrapalhar o rival e o time ter feito uma boa partida.

Ficha técnica

Everton: Pickford; Coleman, Keane, Zouma e Digne, Gueye, Schneiderlin (André Gomes), Walcott (Richarlison), Bernard e Sigurdsson; Calvert-Lewin (Tosun). Técnico: Marco Silva

Liverpool: Alisson; Arnold, Matip, van Dijk e Robertson; Fabinho, Henderson e Wijnaldum (Milner); Salah, Origi (Firmino) e Mané (Lallana). Técnico: Jürgen Klopp

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