12ª rodada da Premier League: confira o resumo dos jogos

Líder Liverpool venceu o Manchester City por 3 a 1 e disparou na liderança

Laurence Griffiths Collection Getty Images Sport
Laurence Griffiths Collection Getty Images Sport

A décima segunda rodada da Premier League teve vitória do líder Liverpool diante do Manchester City, triunfo do Leicester diante do inconstante Arsenal, Chelsea em alta sob o comando de Frank Lampard e muito mais. Confere aí!

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Norwich 0x2 Watford

Finalmente aconteceu a primeira vitória do Watford no campeonato! Depois de 12 rodadas, o time de Quique Sánchez Flores venceu, fora de casa, o Norwich e deixou a lanterna nas mãos dos Canários.

Logo no segundo minuto de jogo, Emiliano Buendía tentou driblar no campo de defesa e acabou perdendo para Gerard Deulofeu. O camisa sete dos Hornets avançou, conduziu e finalizou de canhota no canto de Tim Krul.

Foi do mesmo Deulofeu a chance do segundo gol. Em jogada pela esquerda, Will Hughes deixou para o espanhol, que tentou colocar, mas errou o alvo. A intensidade do Watford superava a estratégia de posse de bola do Norwich naquele momento.

Mesmo com dificuldades técnicas na saída de bola, o Norwich conseguiu criar algumas oportunidades para o empate. Porém, a falta de capricho nas finalizações impediu tanto Onel Hernandez quanto Buendía de marcarem.

No segundo tempo, o Watford voltou tão aceso quanto no primeiro e quase ampliou. Abdoulaye Doucouré desperdiçou. Mas não demoraria tanto para o placar ser decidido. Aos 7, Deulofeu (de novo ele) precisou cruzar duas vezes para André Gray desviar de calcanhar e marcar.

A situação poderia ficar mais tranquila se não fosse a expulsão pelo segundo amarelo de Christian Kabasele. Com um a menos, os mandantes se atiraram ao ataque, mas a falta de qualidade fez a diferença e Ben Foster só defendeu um chute de longe.

Na próxima rodada, o Norwich visita o Everton no Goodison Park enquanto o Watford recebe o Burnley no Vicarage Road.

Ficha técnica:

Norwich: Krul; Aarons, Godfrey, Tettey, Lewis (Vrancic); Trybull, McClean, Buendía (Cantwell), Stiepermann (Drmic), Hernandez; Pukki. Técnico: Daniel Farke.

Watford: Foster; Kabasele, Cathcart, Dawson; Janmaat, Capoué, Doucouré, Hughes, Holebas (Masina); Pereyra (Gray); Deulofeu (Mariappa). Técnico: Quique Sánchez Flores.

Chelsea 2×0 Crystal Palace

O Chelsea, em busca da sexta vitória seguida e com o time de menor média de idade em sua história na PL, recebeu o Crystal Palace, que vinha de três jogos sem ganhar.

Como já esperado, os Blues foram para cima e encontraram uma barreira muito bem armada à frente. Os Eagles estacionaram na área e, com duas linhas postadas, seguraram os mandantes do jeito que podiam.

No primeiro tempo, o Chelsea dominou, ameaçou, mas criou poucas oportunidades reais – as melhores foram com Christian Pulisic, que parou no goleiro Vicente Guaita, e de Willian, que só não marcou porque Gary Cahill salvou o chute na hora certa.

Veio o segundo tempo e o roteiro se repetiu. Mas dessa vez, o Chelsea não demorou tanto para marcar. Aos sete minutos, Willian recebeu passe no meio e deu um lindo toque para Tammy Abraham, que finalizou firme e fez 1 a 0. Foi o décimo gol em 12 rodadas do garoto dos Blues.

Apesar do gol, o panorama do jogo não mudou tanto. O time da casa diminuiu o ímpeto, mas seguiu com o controle, enquanto os visitantes até tentaram se soltar, mas pouco fizeram para ameaçar o empate.

E quase no fim, veio o golpe de misericórdia. Aos 33, Michy Batshuayi recebeu de Pulisic na área e finalizou. A bola desviou em Cahill e o mesmo Pulisic apareceu para cabecear, sem chances para Guaita. Quinto gol do estadunidense nos últimos três jogos, e 2 a 0 Chelsea.

Com o resultado, os Blues de Frank Lampard chegam aos 26 pontos (seis vitórias seguidas) e se estabelecem entre os melhores times da liga. Já os Eagles de Roy Hodgson estacionam nos 15 (quatro jogos sem vencer) e se desgrudam da parte de cima.

Ficha técnica:

Chelsea: Kepa; James, Zouma, Tomori, Emerson; Kanté, Kovacic, Willian, Mount, Pulisic (Hudson-Odoi); Abraham (Batshuayi). Técnico: Frank Lampard.

Crystal Palace: Guaita; Ward (Kelly), Tomkins, Cahill, van Aanholt; Milivojevic, Kouyaté, McArthur (Schlupp), Zaha, Townsend; Ayew. Técnico: Roy Hodgson.

Burnley 3×0 West Ham

Na primeira etapa, o time da casa foi muito superior aos Hammers. O Burnley abriu o placar logo no início da partida. Após cruzamento de James Tarkowski, o atacante Ashley Barnes não desperdiçou a chance e colocou os donos da casa em vantagem.

O West Ham, ainda que tivesse maior posse de bola, não conseguia criar, sendo que durante toda a primeira etapa não conseguiu finalizar à meta de Nick Pope. Por sua vez, mesmo com a vantagem no placar, o Burnley não se conteve e seguia criando as chances da partida no Turf Moor.

No final do primeiro tempo, o Burnley chegou a aumentar o marcador, mas o VAR entrou em cena e anulou o gol por conta de impedimento de Cris Wood. No entanto, não demoraria para o centroavante neozelandês deixar a sua marca. Com uma finalização forte de dentro da área, sem chances para Roberto, o jogador dobrou a vantagem da equipe.

Na volta do intervalo, o West Ham chegou pela primeira vez à meta rival. No entanto, foram os Clarets que marcaram outra vez. Após cobrança de escanteio, o goleiro Roberto saiu de forma desastrada e socou a bola pra dentro do próprio gol.

Após o terceiro gol a partida seguiu sem grandes emoções, com o clube londrino tentando sem êxito criar jogadas para diminuir a desvantagem no marcador.

Porém, foi o Burnley que teve a chance de fazer o quarto gol com Jeff Hendrick e nos acréscimos com Jack Cork, que obrigaram o goleiro do West Ham fazer grandes defesas.

A derrota deve trazer uma enorme pressão para cima do técnico Manuel Pellegrini, que chega a seis jogos sem vitória na Premier League.

Na próxima rodada, o Burnley visita o Watford, enquanto o West Ham joga em casa contra o Tottenham.

Ficha técnica:

Burnley: Pope, Bardsley, Tarkowski, Mee, Taylor, Hendrick, Cork, Westwood, McNeil, Wood (Brady), Barnes (Rodriguez). Técnico: Sean Dyche

West Ham: Roberto, Fredericks, Balbuena, Diop, Cresswell, Snodgrass, Rice, Noble (Yarmolenko), Felipe Anderson (Lanzini), Fornals (Ajeti), Haller. Técnico: Manuel Pellegrini

Southampton 1×2 Everton

No St. Mary's Stadium, o Southampton recebeu o Everton e foi dominado pelos Toffees do começo ao fim do jogo. O resultado não poderia ser outro a não ser mais uma derrota na competição.

E os visitantes não precisaram de muito tempo para abrir o placar. Aos quatro minutos, Sigurdsson cobrou escanteio, Holgate desviou e a bola sobrou para Davies, de cabeça, colocar o Everton em vantagem.

O gol trouxe tranquilidade para os visitantes, que tomaram conta do jogo e criaram boas oportunidades para ampliar o placar. O monólogo do Everton, no entanto, não surtiu efeitos e apesar das várias chances, a partida foi para o vestiário com a vantagem de 1 a 0 para o time de Liverpool.

Na volta dos vestiários, o Southampton deu sinal de vida e também passou a atacar. Aos cinco minutos, Boufal fez boa jogada pelo lado direito do ataque e cruzou para Ings empatar a partida. Apesar do empate, o Everton voltou a tomar conta da partida e aos poucos foi criando chances. Na melhor delas, Holgate, dentro da pequena área, acabou cabeceando pra fora.

O alívio dos visitantes só veio aos 29 minutos, quando Sidibe cruzou à meia altura e Richarlison bateu de primeira, sem chances para McCarthy e dando números finais para a partida.

Na próxima rodada, o Everton receberá o Norwich, lanterna da competição, enquanto que o Southampton viajará até Londres para enfrentar o Arsenal.

Ficha técnica:

Southampton: McCarthy; Bednarek, Stephens, Vestergaard; Armstrong (Obafemi), Ward-Prowse, Romeu, Cedric (Boufal); Redmond (Adams), Ings e Djenepo. Técnico: Ralph Hasenhuttl

Everton: Pickford; Sidibe, Mina, Holgate, Digne; Davies, Schneiderlin, Walcott (Iwobi), Sigurdsson, Richarlison (Keane); Tosun (Calvert-Lewin). Técnico: Marco Silva

Tottenham 1×1 Sheffield United

Em Londres, o Tottenham recebeu o Sheffield United. Os Spurs buscavam uma vitória para dar início a uma recuperação dentro da Premier League.

Os londrinos tiveram mais a posse de bola (61% contra 39%) e buscaram mais as jogadas ofensivas. Isso não quer dizer que tiveram o domínio. O jogo foi bastante disputado e os visitantes não se contentaram em apenas se defender. Também conseguiram criar chances de gol.

Os números de finalizações atestam esse equilíbrio. Foram 17 chutes para o Tottenham contra 14 do Sheffield, sendo 5 a 4 no alvo.

A melhor chance de gol no primeiro tempo foi produzida pelos visitantes. Lundstram acertou um chute forte na trave, após jogada de escanteio.

No início do segundo tempo, o Tottenham seguia com mais posse e trocava mais passes. O Sheffield aparentava ser mais efetivo em suas jogadas de ataque, pois levava mais perigo. Aos 13 minutos, os donos da casa conseguiram abrir o placar. Son fez o gol em finalização da entrada da pequena área.

Os visitantes precisaram marcar duas vezes para empatar o jogo. A primeira, logo após o gol de Son, foi invalidada pelo VAR, devido a um impedimento milimétrico no início da jogada.

A segunda, aos 33, valeu. Baldock tentou cruzamento e acabou mandando para as redes, conseguindo o merecido empate. Ambas as equipes ainda criaram jogadas que poderiam ter resultado em gols. Mas o resultado final foi mesmo 1 a 1.

Os Spurs chegam a cinco jogos sem vitória. O Sheffield United, pelo contrário, faz boa campanha e completa sua quinta partida sem derrota.

Na próxima rodada, o Tottenham enfrenta o West Ham, fora de casa. Já o Sheffield recebe o Manchester United.

Ficha Técnica:

Tottenham: Gazzamiga; Aurier (Lucas), Sanchez, Dier e Davies; Sissoko e Ndombele (Winks); Lo Celso, Dele Alli (Foyth) e Son; Kane. Técnico: Mauricio Pochettino

Sheffield United: Henderson; Basham, Egan, O’Connell; Baldock, Lundstram, Norwood, Fleck e Stevens; McGoldrick (Freeman) e Mousset (Robinson). Técnico: Chris Wilder

Newcastle 2×1 Bournemouth

O Newcastle recebeu o Bournemouth no St James' Park e conseguiu a sua 2ª vitória seguida na Premier League. A derrota quebrou uma sequência de três jogos sem perder e levar gols dos comandados de Eddie Howe.

Tivemos um início equilibrado com grandes chances para ambos os lados, mas foram os visitantes que abriram o placar. Após uma grande jogada ensaiada no escanteio, Fraser encontrou Harry Wilson sozinho na área e o meia dos Cherries acertou um belo chute e sem chances de defesa para Dubravka.

Após o gol, o Newcastle pressionava mas pecava nas chances perdidas. O empate saiu aos 42 minutos da etapa inicial, quando Saint-Maximin tentou o chute, a bola desviou em Adam Smith e encontrou Yedlin, que cabeceou para o fundo das redes. O gol ainda teve conferência do VAR por conta de um possível impedimento, que não houve.

O gol da vitória dos Magpies veio logo no início da etapa final e também em jogada ensaiada. Após o escanteio curto de Shelvey chegar aos pés de Willems, o holandês cruzou na área para Fernandez cabecear e Clark dar um leve desvio que matou o goleiro Ramsdale e garantiu os três pontos para o Newcastle.

Na próxima rodada, o Newcastle vai encarar o Aston Villa no Villa Park, enquanto o Bournemouth vai receber o Wolverhampton no Vitality Stadium.

Ficha Técnica:

Newcastle: Dubravka, Yedlin, Fernandez, Lascelles (Dummett), Clark, Willems; Hayden, Shelvey; Almiron, Saint-Maximin (Atsu), Joelinton (Carroll). Técnico: Steve Bruce

Bournemouth: Ramsdale, Smith (Danjuma), Steve Cook, Ake, Rico (Solanke); Lewis Cook, Billing, Harry Wilson (Francis), Fraser; King, Callum Wilson. Técnico: Eddie Howe.

Leicester 2×0 Arsenal

O Leicester recebeu o Arsenal e emplacou sua 3ª vitória consecutiva na Premier League. O time da casa chegou aos 26 pontos, nove a mais que seus adversários na partida. Jamie Vardy foi um dos destaques da partida, apesar de a grande estrela dos Foxes ainda ser o entrosamento do time treinado por Brendan Rodgers.

Ainda no início do 1º tempo, os Gunners davam sinais de que não seria uma partida fácil para eles. Isso porque traziam uma formação defensiva e sofriam com a marcação adiantada do Leicester. Até conseguiram na primeira etapa uma quantidade relevante de chutes (6) em relação a sua posse de bola (46%) e o tempo que permanecia com ela no ataque.

Lacazatte teve a melhor chance do Arsenal nos 45 iniciais, mas acabou desperdiçando ao chutar para fora. Já o Leicester encontrava algumas dificuldades de entrar na área graças ao congestionamento criado por Emery, mas a cada minuto que passava achava espaços entre os defensores. 

Esses espaços cresceram no segundo tempo com o Arsenal buscando pressionar seus adversários. Após a saída de Ayoze Pérez, elo fraco no ataque durante a partida, os donos  da casa conseguiram criar justamente pelo lado onde ele atuava uma grande chance. A trama começou pela direita e acabou nos pés de Vardy na melhor das situações para o atacante: a finalização de frente para o gol. 

Com 1 a 0 no placar o segundo, foi apenas questão de tempo. Emery tirou Holding para colocar Pépé, o que deixou mais espaços no setor defensivo do time. A jogada do 2 a 0 foi bem semelhante a do primeiro, sendo a única diferente a de Vardy fazendo pivô para Maddison fazer o seu. 

A próxima partida do Arsenal será contra o Southampton, time que está na parte debaixo da tabela e poderá ser um divisor de águas para os Gunners. Já o Leicester viajará para enfrentar o Brighton.

Leicester: Schmeichel; Ricardo Pereira, Jonny Evans, Söyüncü, Chilwell; Ndidi; Perez (Gray), Tielemens, Maddison, Barnes (Praet); Vardy. Técnico: Brendan Rodgers

Arsenal: Leno; Chambers, David Luiz, Holding (Pépé); Bellerín, Torreira (Willock), Guendouzi, Kolasinac; Özil; Lacazette, Aubameyang. Técnico: Unai Emery.

Manchester United 3×1 Brighton & Hove Albion

O Manchester United chegou à quinta vitória nos últimos seis jogos disputados somando todas as competições. Diante do Brighton, em Old Trafford, a equipe de Soslkjaer soube se impor e venceu pelo placar de 3 a 1, com gols de Andreas Pereira, Rashford e Pröpper (contra) – destaque para duas assistências de Martial.

No primeiro tempo, os Red Devils começaram fulminantes. Aos 17 minutos, Andreas Pereira puxou o ataque dos mandantes e serviu Martial, que devolveu para o brasileiro chutar para o gol e contar com o desvio da defesa para vencer o goleiro Ryan, abrindo assim o marcador da partida.

Logo em seguida, aos 19 minutos, Pröpper marcou contra após jogada de bola aérea que gerou confusão dentro da pequena área. O lance foi para o VAR e o gol confirmado para o United. Início avassalador, sem deixar os visitantes sequer pensarem numa reação.

No segundo tempo, o Brighton conseguiu ter mais volume de jogo e levava perigo nas bolas alçadas na área. Eis que, aos 64 minutos, Dunk aproveitou o escanteio cobrado por Groß e diminuiu a vantagem dos Diabos Vermelhos.

Entretanto, as Gaivotas pouco puderam se empolgar. Dois minutos depois, aos 66, Martial recebeu em profundidade, perdeu o tempo de bola, mas conseguiu se recuperar e servir Rashford, ampliando mais uma vez o placar no Teatro dos Sonhos.

Após o terceiro gol, o United perdeu uma série de chances, principalmente com Rashford – uma delas, inclusive, sem goleiro. Uma sonora goleada poderia ter sido aplicada no embate, mas os mandantes não conseguiram ser eficazes na conclusão dos ataques.

Na próxima rodada, no dia 24 de novembro, o United enfrenta o Sheffield fora de casa. Já o Brighton, recebe o Leicester em seus domínios no dia 23 deste mês.

Wolverhampton 2×1 Aston Villa

Em confronto que marcava o distanciamento de algum dos clubes da zona de rebaixamento da Premier League, o Wolverhampton levou a melhor diante do Aston Villa. Com gols do meio-campista Rúben Neves e do atacante Raúl Jiménez, os Wolves derrotaram os Villans por 2 a 1 e subiram para a oitava posição. O ponta Trézéguet descontou a favor dos visitantes.

A primeira etapa teve os donos da casa com um volume de jogo maior, chegando em velocidade com os pontas Adama Traoré e Diogo Jota. E no final do primeiro tempo, João Moutinho rolou e Rúben Neves acertou um chutaço de fora da área, sem chances para o goleiro Orjan Nyland,.

Na segunda etapa, o Aston Villa voltou com um volume maior do que na primeira etapa, mas não conseguia fazer o gol. E aos 40 minutos do segundo tempo, foi punido. Traoré partiu em velocidade e cruzou para Jiménez chutar rasteiro e ampliar o marcador. Nos acréscimos, Trézéguet descontou para os visitantes.

Na próxima rodada, os Wolves visitam o Bournemouth; enquanto o Aston Villa recebe o Newcastle.

Ficha técnica:

Wolves: Rui Patrício; Dendoncker, Coady e Saiss; Doherty, Rúben Neves (Bennett), João Moutinho, Jonny Castro; Traoré, Jota (Pedro Neto) e Jiménez (Cutrone). Técnico: Nuno Espírito Santo

Aston Villa: Steer (Nyland); Guilbert, Konsa, Mings e Targett (Taylor); Nakamba (Lansbury), McGinn e Douglas Luiz; El Ghazi, Trézéguet e Wesley. Técnico: Dean Smith

Liverpool 3×1 Manchester City

Sem dúvidas, o jogo mais esperado do futebol inglês. E que fez jus às expectativas. Com gols de Fabinho, Mohamed Salah e Sadio Mané, o cada vez mais líder Liverpool venceu o Manchester City por 3 a 1. Bernardo Silva descontou para os visitantes. A distância, que era de seis pontos, passou para nove a favor dos Reds.

O jogo começou com a intensidade nas alturas. E, logo aos seis minutos, o Liverpool abriu o placar. Em jogada que começou com polêmica na área do Liverpool, quando a peleja deveria ter sido paralisada após a bola bater na mão de Bernardo Silva, os Reds saíram em contra-ataque e após Gundogan afastar mal, Fabinho soltou uma bomba de fora da área e fez um golaço.

Aos 13, Andy Robertson apoiou em velocidade e cruzou na cabeça para Mohamed Salah ampliar o placar. O City, que ficou bem abatido após ficar em desvantagem, seguiu tentando diminuir o placar, mas na maioria das chances parava em Alisson ou faltava alguém para completar as jogadas do inspirado De Bruyne. Enquanto o Liverpool conseguia controlar bem o jogo e aproveitar os espaços.

Na segunda etapa, logo aos seis minutos, Jordan Henderson cruzou e Sadio Mané cabeceou livre para ampliar o marcador. 3 a 0 e um City nocauteado e que contava apenas com De Bruyne buscando o jogo. Aos 33, Angeliño cruzou e Bernardo Silva diminuiu o placar. Até o fim da peleja, o City seguiu tentando, mas nada de conseguir fazer mais gols.

Ao fim do jogo, uma vitória incontestável do imparável Liverpool, que abriu nove pontos de vantagem para o Manchester City, que caiu para o quarto lugar. Na próxima rodada, os Reds visitam o Crystal Palace, enquanto a equipe de Pep Guardiola recebe o Chelsea.

Ficha técnica:

Liverpool: Alisson; Arnold, Lovren, van Dijk e Robertson; Fabinho, Henderson (Milner) e Wijnaldum; Salah (Gomez), Mané e Firmino (Chamberlain). Técnico: Jürgen Klopp

Manchester City: Bravo; Walker, Stones, Fernandinho e Angeliño; Rodri, Gundogan e De Bruyne; Bernardo Silva, Sterling e Agüero (Jesus). Técnico: Pep Guardiola

Colaboraram no texto: Guilherme Rodelli, Fabrício Santos, Lucas Holanda, Guilherme Batista, Bruno Desidério, Eduardo Costa, Vinícius Alves, Leonardo Gontijo e Lucas Bichão.